Tinha desejado assim ser. Recusada. Mansa.
Pensei que poderia ter tudo nada tendo.
Pondo o amor entre aspas, procurando vidas onde me pudesse encaixar e voar delas para fora ao final de cada dia.
Como o teatro.
Pensei que viesse a ser poeticamente dramático.
Anterior à água. E ao ar. E aos beijos.
Até vago.
E o pior amor é o que não sai da gente.
Em proporções multiplica-se por mil, e na tontura o céu quase que se desequilibra em cima dos telhados e nos deixa para sempre na noite.
Pensei que poderia ter tudo nada tendo.
Pondo o amor entre aspas, procurando vidas onde me pudesse encaixar e voar delas para fora ao final de cada dia.
Como o teatro.
Pensei que viesse a ser poeticamente dramático.
Anterior à água. E ao ar. E aos beijos.
Até vago.
E o pior amor é o que não sai da gente.
Em proporções multiplica-se por mil, e na tontura o céu quase que se desequilibra em cima dos telhados e nos deixa para sempre na noite.
Um comentário:
Não
Espera
sugiro uma hipótese,
passo-a levemente por entre a tua desilud’amor:
Parece-me que o amor é mais uma pintura, pincelada, texturada, rasurada, recortada, desmontada, desbotada, vívida, tudo e infinita até ao último retoque.
Amor é um quadro de sempre.
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